Revista De Gestao, Financas E Contabilidade

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Revista De Gestao, Financas E Contabilidade

Revista de Gestão, Finanças e Contabilidade Revista de Gestão, Finanças e Contabilidade

  • EDUCAÇÃO FINANCEIRA: UM ESTUDO COMPARADO ENTRE OS ESTUDANTES DO ENSINO MÉDIO DE UM INSTITUTO FEDERAL DE MINAS GERAIS
    por Thayse Machado Guimarães el día noviembre 17, 2021 a las 12:39 am

    Este trabalho tem por objetivo mensurar o nível do conhecimento financeiro dos estudantes dos Cursos Técnicos Integrados ao Ensino Médio de um Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Triângulo Mineiro, bem como verificar a associação do índice de educação financeira com as características demográficas, socioeconômicas e acadêmicas. Primeiramente, as hipóteses do trabalho foram testadas conforme testes não paramétricos de diferenças de medianas (Mann Whitney e Kruskal Wallis) e, depois, foi aplicada a Análise de Correspondência (ANACOR) para identificação da associação das variáveis. Os principais resultados revelaram que os estudantes apresentaram baixo nível de educação financeira, assim como visto na literatura internacional e nacional. Os indivíduos do gênero masculino, que estavam no terceiro ano do ensino médio e que cursavam o curso técnico em administração, demonstraram maior conhecimento sobre o tema. Ademais, os discentes, cujas famílias possuíam mais de quatro salários-mínimos, também tiveram índices mais elevados. Portanto, este estudo contribui para a maior discussão sobre a educação financeira, de modo a reforçar a necessidade de promoção de melhor formação e maior esclarecimento destes estudantes sobre este tema.

  • GÊNERO E O AMBIENTE ACADÊMICO CONTÁBIL: PERCEPÇÕES DE DOCENTES E DE DISCENTES SOBRE A TRAJETÓRIA DAS MULHERES
    por Isis Tamara Alves da Silva el día noviembre 16, 2021 a las 3:00 am

    Este estudo teve como objetivo comparar as percepções de discentes e de docentes sobre a discriminação de gênero no ambiente acadêmico contábil. A amostra analisada foi composta por 314 respondentes que preencheram um questionário eletrônico, entre estudantes e docentes de programas de pós-graduação stricto sensu em Contabilidade de Instituições de Ensino públicas do Brasil. Recepcionou-se, ainda, 206 respostas para um campo aberto do questionário, em que cerca de 70% das(os) respondentes apontaram que não presenciaram casos de discriminação de gênero durante a trajetória acadêmica. Alguns relatos, no entanto, retomaram aspectos como: ausência de mulheres em cargos de gestão dentro das universidades; agressividade no trato voltado às mulheres acadêmicas; comentários sexistas como “brincadeiras” e discriminação quanto à orientação sexual. Foi possível perceber a naturalização da desigualdade de gênero e o modo como isto afeta as mulheres e os homens que se fazem alheios ao problema, pois muitos discursos notadamente demonstraram a naturalização destas desigualdades e de seus efeitos danosos. Espera-se, com este estudo, contribuir com a área ao fornecer material para se pensar em políticas dentro das universidades, estimular diálogos sobre a temática, que ainda é pouco tratada na literatura contábil, além de estimular novas pesquisas para que seus achados atuem como ferramentas de mudança social.

  • SUSTENTABILIDADE EM MICRO E PEQUENAS EMPRESAS: A VISÃO DO CONTADOR
    por Luana Cristina dos Santos Oliveira el día noviembre 16, 2021 a las 3:00 am

    A mortalidade das Micro e Pequenas Empresas (MPEs) tem sido alvo de estudos no meio acadêmico, contudo, pouco se pode afirmar sobre a relação existente entre a contabilidade, a formação acadêmica do profissional, a consultoria e a sobrevivência das MPEs. Desta forma, o presente estudo objetivou avaliar a percepção dos contadores acerca da sustentabilidade em MPE e como a consultoria contábil poderia auxiliar estas empresas na manutenção de suas atividades. Foram realizadas 12 entrevistas semiestruturadas com profissionais representantes de escritórios contábeis e a análise dos dados captados nas entrevistas se deu por meio de técnicas de análise de conteúdo. Os resultados apontaram como as 6 principais causas dos altos índices de mortalidade enfrentados pelas MPEs, na visão dos entrevistados: burocracias relativas ao mercado; dificuldades financeiras enfrentadas pelas empresas; alta carga tributária; incapacidade de gestão do empreendedor; situação econômica do país; e mudança de ramo e/ou porte da entidade. Ainda, observou-se que estes índices podem ser amenizados por meio da prestação do serviço de consultoria contábil, principalmente no que tange ao planejamento prévio, antes da abertura da empresa.

  • OPERAÇÕES DESCONTINUADAS EM RESPOSTA À DIVERSIFICAÇÃO: UMA ANÁLISE DAS COMPANHIAS BRASILEIRAS LISTADAS NA B3
    por Natália Garcia Oliveira el día noviembre 16, 2021 a las 3:00 am

    O objetivo desta pesquisa é identificar a relação entre a diversificação corporativa e a descontinuidade de operações em empresas brasileiras, listadas na B3 no período de 2011 a 2018. A partir da década de 1980, verificou-se que a estratégia de diversificação não se mostrou eficaz (NAKAO, 2000). Algumas empresas começaram a desfazer suas composições, formadas pelas diversas aquisições ou criações internas, resultando em desinvestimentos. No Brasil, tais operações são pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis – CPC 31: Ativo não circulante mantido para venda e operações descontinuadas. Para atender ao objetivo, foram analisados dados de 95 empresas brasileiras, não financeiras, listadas na B3, que contabilizaram pelo menos uma operação descontinuada no período de 2011 a 2018. O modelo econométrico utilizado foi o Logit em painel. Os resultados encontrados permitem inferir que a diversificação corporativa influencia positivamente a probabilidade de as empresas descontinuarem operações. Adicionalmente, verificou-se que empresas maiores são menos propensas a descontinuarem operações, por outro lado, empresas que possuem maior desempenho estão mais propensas a descontinuarem operações. Esta pesquisa pretende contribuir para ampliar o debate sobre operações descontinuadas no Brasil. Trata-se de um tema incipiente e pouco explorado pelos pesquisadores.

  • INFLUÊNCIA DA ESTRUTURA DE PROPRIEDADE FAMILIAR NA SUAVIZAÇÃO DE RESULTADOS
    por Wanderlan Praia Gomes el día noviembre 16, 2021 a las 3:00 am

    O objetivo do estudo foi verificar a influência da estrutura de propriedade familiar na suavização de resultados das companhias abertas listadas na B3, no período de 2013 a 2017. Primeiramente foram feitas análises descritivas, tabulações cruzadas, estatística do Qui-Quadrado, teste de Kruskal-Wallis e posteriormente regressão logística. Os resultados demonstram aumento gradativo no número de empresas que adotaram práticas de suavização no período investigado. Tal resultado pode indicar que essas mesmas empresas tenham apresentado baixa lucratividade no período em questão, mascarando prejuízos e suavizando resultados. Constatou-se ainda, que o tipo de propriedade familiar é maioria entre as empresas pesquisadas. As empresas familiares tendem a adotar uma gestão conservadora, o que pode contribuir na suavização de resultados. Reportando menos lucro aos investidores, conseguem manter a política centralizada de sucessão, na qual, paga-se menos dividendos a terceiros e resguarda-se o capital familiar.

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