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Revista Hospital Universitário Pedro Ernesto (TÍTULO NÃO-CORRENTE)
A Revista HUPE é um periódico científico que publica artigos originais e de revisão na área de saúde. Ela se configura como um periódico de acesso aberto.

e-ISSN: 1983-2567 | ISSN: 1676-8280 | Ano de criação: 1981 - impresso, 2002 - eletrônico Descontinuada em: 2019 | Área do conhecimento: Medicina I | Qualis: B5 (Medicina I)
 

  • Velocidade de marcha, quedas e sua autoeficácia como modelos preditores de fragilidade
    por Lilian Atalaia-Silva el día marzo 18, 2019 a las 4:30 pm

    Introdução: A fragilidade é uma síndrome que acomete idososmais vulneráveis, predispondo à incapacidade funcional e atéao óbito. O objetivo do presente trabalho foi investigar se omodelo composto por velocidade de marcha, número de quedase sua autoeficácia poderia explicar o desfecho fragilidadeem idosos. Materiais e Métodos: Foi realizado um estudo transversalem uma amostra de idosos da comunidade da cidadede Juiz de Fora (MG). Foram utilizados os instrumentos FallsEfficacy Scale International (FES-I); cálculo da velocidade demarcha e questionário sobre quedas. Resultados: A amostra foicomposta por 427 idosos, sendo 40 considerados frágeis pelofenótipo de fragilidade. O beta encontrado foi de 2,259 e todasas variáveis foram estatisticamente significativas (p<0,001). O Rde Nagelkerke foi de 0,468, indicando que o modelo, compostopor velocidade de marcha, FES-I e número de quedas, explica47% da variável dependente: fragilidade. Discussão: As variáveisanalisadas mostraram-se boas preditoras da síndrome dafragilidade. Com base nesses dados, poderão ser desenvolvidosmodelos de diagnóstico e cuidado para o idoso frágil (detecçãoprecoce e tratamento) e para o idoso não frágil (prevenção primária)com a utilização de instrumentos validados para o país,considerando que ainda não existem trabalhos dessa naturezae com essa abrangência na realidade brasileira. Conclusão:Velocidade de marcha, número de quedas e FES-I parecemser preditores importantes do desfecho fragilidade em umaamostra representativa de idosos comunitários.Descritores: Fragilidade; Marcha; Cognição; Acidentespor quedas.

  • Associação entre cognição, funcionalidade e fragilidade em idosos da comunidade de Juiz de Fora
    por Kelly Cristina Atalaia-Silva el día marzo 18, 2019 a las 4:30 pm

    Introdução: Vários são os estudos que apontam uma relaçãoentre a síndrome da fragilidade e o desempenho cognitivo,apesar do fato de a cognição não fazer parte dos critériosque compõem o fenótipo tradicional da fragilidade. Nestesentido, o objetivo deste trabalho foi avaliar a associaçãoentre os desempenhos cognitivo e funcional e a síndrome defragilidade em idosos da Rede Fibra. Materiais e Métodos: Foirealizado um estudo transversal em uma amostra de idosos dacomunidade da cidade de Juiz de Fora (MG). Foram utilizadosos instrumentos MEEM, escalas de ABVD´s, AIVD´s e AAVD´s,dinamômetro, escala Minnesota de gasto calórico e a escalaCES-D. Resultados: A amostra foi composta por 40 sujeitos frágeis(79,05±7,03) e 384 sujeitos não frágeis (73,98±6,69). A idadefoi colocada no modelo como covariável, uma vez que foidiferente entre os dois grupos. A ANOVA covariada para idademostrou que todas as variáveis de funcionalidade e cogniçãoglobal foram estatisticamente significativas: ABVD (F=2,57;p=0,001); AIVD (F=6,13; p=0,001); AAVD (F=2,14; p=0,001) eMEEM (F=3,29; p=0,001). A análise de regressão identificou quea medida de cognição global e as medidas de funcionalidade,juntas, são capazes de explicar 47% da variabilidade do desfechofragilidade (F=29,82; p<0,00; R=0,47). Discussão: Os idososportadores da síndrome da fragilidade apresentaram uma associaçãomaior entre o desempenho nas atividades avançadas einstrumentais da vida diária do que no desempenho cognitivoe nas atividades básicas. Futuros trabalhos devem avaliar oimpacto que a capacidade funcional e a cognição podemexercer longitudinalmente em idosos frágeis. Conclusões: Opresente estudo identificou que os idosos frágeis apresentaramcomprometimento na cognição e na funcionalidade.Descritores: Idosos; Fragilidade; Funcionalidade; Cognição.

  • O uso de dispositivos auxiliares para marcha em idosos e sua relação com autoeficácia para quedas
    por Vanessa S. Albuquerque el día marzo 18, 2019 a las 4:30 pm

    Introdução: O aumento da longevidade impõe cada vez mais anecessidade de estudos relacionados à promoção do envelhecimentofuncional e com maior independência e autonomia.Neste contexto, a utilização dos dispositivos auxiliares para amarcha visando prevenção de quedas e a melhora da qualidadede vida nessa população pode ser positiva aumentandoa autoeficácia para queda, como também interferir de formanegativa aumentando o risco de quedas. O objetivo deste estudofoi verificar se existe relação entre o uso de dispositivosauxiliares para marcha no aumento da autoeficácia para quedasnos idosos participantes. Método: Trata-se de um estudodescritivo com dados do Banco FIBRA – JF com a utilizaçãodas variáveis de interesse para os objetivos deste estudo. Aamostra foi composta por 280 idosos, sendo verificado o usode dispositivos auxiliares para a marcha e as respostas da Escalade autoeficácia para quedas (FES-I). Resultados: A relação daautoeficácia com o uso de dispositivos auxiliares foi significativanas questões que dizem respeito a subir ou descer escadas,andar sobre superfície escorregadia e subir e descer uma ladeira.Os resultados do grupo sem dispositivo auxiliar de marcha(GSDAM), foram significativos quanto à autoeficácia nos itensrelativos às atividades externas e sociais. Ao compararmos aautoeficácia com o evento de quedas no GSDAM, foi verificadauma relação direta entre os indivíduos que se mostraramextremamente preocupados em cair e os que de fato caíram.Conclusão: O uso de dispositivos auxiliares para a marcha nãoaumenta efetivamente a autoeficácia para quedas em idosos,e tais dispositivos não podem ser considerados instrumentosúnicos e confiáveis na prevenção de quedas.Descritores: Bengala; Equipamentos assistivos; Fisioterapia;Acidentes por quedas; Idoso frágil.

  • Associação entre consumo de álcool, quedas e internação em idosos
    por Gleiverson S. Sequeto el día marzo 18, 2019 a las 4:30 pm

    Introdução: O envelhecimento associado a perdas cognitivas,como velocidade de processamento e tempo de reação, eao alto consumo de álcool aumenta o risco de quedas tendocomo desfecho a internação. Objetivo: Analisar a associaçãoentre o consumo alcoólico de risco e quedas em idosos, relacionandoa incidência de quedas a períodos de internaçõesanteriores verificando diferenças no consumo alcoólico derisco entre homens e mulheres. Materiais e métodos: Estudodo tipo transversal, descritivo, utilizando dados do projetoFIBRA-JF com idosos que declararam consumo de álcool.Foram analisados dois subgrupos (M e F) relacionando oconsumo de risco com quedas e internação por pelo menosuma noite nos últimos doze meses. Resultados: A amostracomposta por 128 idosos que relataram consumir álcool foide 73 mulheres e 55 homens. Os resultados demonstraramque não houve diferença significativa para o consumo derisco de bebidas alcoólicas tanto nos homens (n=16,51%)quanto nas mulheres (n=37,16%) com (p≤0,05). Não houvecorrelação entre consumo de risco e quedas nos homens(p=69,41%), sendo observada diferença estatisticamentesignificativa nas mulheres, com p= 99,55%). Os idosos queconsumiram de 2 a 3 doses por dia sofreram 3 quedas nosúltimos 12 meses e aqueles que consumiram de 4 a 5 doses,sofreram 2 quedas nos últimos 12 meses. O consumo de riscode álcool em homens e mulheres associado à internação porpelo menos uma noite não apresentou relevância estatisticamentesignificativa. Com relação ao número de dosesconsumidas entre homens e mulheres, não se atingiu o nívelde significância estabelecido inicialmente (p=0,07, parap≤0,05), sendo que os homens ingerem maior quantidadede bebidas alcoólicas em relação às mulheres. Conclusões:O consumo de risco de bebidas alcoólicas em idosos podeestar relacionado com maior ocorrência de quedas nestapopulação, principalmente no gênero feminino devido adiversos fatores biológicos. Sendo assim, as mulheres possuemmaior predisposição a sofrer quedas.Descritores: Acidentes por quedas; Alcoolismo;Envelhecimento.

  • Prevalência de perda auditiva autorrelatada em idosos e fatores associados em Juiz de Fora
    por Maritza F. B. Caruso el día marzo 18, 2019 a las 4:30 pm

    ResumoIntrodução: A Perda Auditiva (PA) em idosos traz prejuízosfuncionais e gastos com saúde pública, mas há poucos estudosno Brasil para verificar sua prevalência e fatores associados.Objetivos: Determinar a prevalência de PA autorrelatada emindivíduos com 65 anos ou mais, moradores da comunidade, eparticipantes do estudo sobre fragilidade em idosos brasileiros– FIBRA – JF e investigar os fatores associados. Métodos: Estudotransversal derivado do Estudo Multicêntrico sobre Fragilidadeno Idoso Brasileiro – Rede FIBRA – com amostra compostapor 427 idosos de Juiz de Fora. Foram considerados sujeitoscom PA autorrelatada os idosos que: (1) declararam não ouvirbem em resposta à questão “O(A) senhor(a) ouve bem?”; (2)responderam sim para a questão “O(A) senhor(a) usa aparelhoauditivo?”. A partir daí estudou-se a associação da PA autorrelatadacom variáveis sociodemográficas, clínicas e comportamentais.A análise dos dados foi feita pelo programa SPHINXLEXICA & EURECA V. 5, estabelecendo a frequência de cadavariável, utilizando-se o método de teste do Qui-quadrado(X2). Resultados: Foi encontrada uma prevalência de 24,4% dePA autorrelatada. Observou-se forte associação com a variávelidade (p<0,05), com média de idade de 77,09 anos para os querelataram não ouvir bem. As demais variáveis analisadas nãoapresentaram significância. Conclusões: Foram encontradasdivergências entre prevalência de PA autorrelatada, provavelmentepor se tratar de autorrelato e diferenças metodológicasentre os estudos. A variável idade foi a principal associaçãoestabelecida, necessitando-se de mais estudos populacionaispara melhor estabelecer outras associações.Descritores: Perda auditiva; Presbiacusia; Envelhecimento;Fatores de risco; Prevalência.

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