Influência da desigualdade socioeconômica nas escolhas alimentares e no aumento da prevalência de obesidade

A obesidade afeta grupos populacionais de forma não uniforme, exibindo padrões variados de prevalência, sendo mais alta em certos segmentos da população. O presente estudo teve como objetivo avaliar a influência da desigualdade socioeconômica nas escolhas alimentares e no aumento da prevalência de obesidade. Trata-se de um estudo de revisão narrativa realizada por meio de levantamento bibliográfico, utilizando as bases de dados digitais Pubmed, Scielo, Bireme e Google Acadêmico. As fontes de informação utilizadas foram artigos científicos, materiais do Ministério da Saúde, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Organização Mundial de Saúde (OMS) e diretrizes nacionais e internacionais das áreas de nutrição e medicina. Os resultados indicaram que a escolha por alimentos menos saudáveis e mais calóricos está diretamente relacionada à falta de recursos financeiros e à educação alimentar e nutricional deficiente. Além disso, foi identificado que em países em desenvolvimento, o aumento da prevalência de obesidade nos grupos de baixa renda está associada ao aumento da produção de alimentos ultraprocessados e a dificuldade de acesso a alimentos saudáveis. Embora campanhas nacionais abrangentes sejam fundamentais, como sugerido pelos guias alimentares, é urgente uma reforma das políticas públicas. Dessa forma, há a necessidade de criação de políticas públicas sólidas e contínuas que priorizem um maior acesso à alimentos saudáveis, bem como subsídios para a compra destes, além da necessidade de ampliação de atividade de educação alimentar e nutricional para a população.

​A obesidade afeta grupos populacionais de forma não uniforme, exibindo padrões variados de prevalência, sendo mais alta em certos segmentos da população. O presente estudo teve como objetivo avaliar a influência da desigualdade socioeconômica nas escolhas alimentares e no aumento da prevalência de obesidade. Trata-se de um estudo de revisão narrativa realizada por meio de levantamento bibliográfico, utilizando as bases de dados digitais Pubmed, Scielo, Bireme e Google Acadêmico. As fontes de informação utilizadas foram artigos científicos, materiais do Ministério da Saúde, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Organização Mundial de Saúde (OMS) e diretrizes nacionais e internacionais das áreas de nutrição e medicina. Os resultados indicaram que a escolha por alimentos menos saudáveis e mais calóricos está diretamente relacionada à falta de recursos financeiros e à educação alimentar e nutricional deficiente. Além disso, foi identificado que em países em desenvolvimento, o aumento da prevalência de obesidade nos grupos de baixa renda está associada ao aumento da produção de alimentos ultraprocessados e a dificuldade de acesso a alimentos saudáveis. Embora campanhas nacionais abrangentes sejam fundamentais, como sugerido pelos guias alimentares, é urgente uma reforma das políticas públicas. Dessa forma, há a necessidade de criação de políticas públicas sólidas e contínuas que priorizem um maior acesso à alimentos saudáveis, bem como subsídios para a compra destes, além da necessidade de ampliação de atividade de educação alimentar e nutricional para a população. Read More

Full text for top nursing and allied health literature.

X