A Síndrome Metabólica pode ser caracterizada como um agrupamento de fatores de risco para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares; sendo elevada a sua prevalência em idosos, principalmente do sexo feminino. Este estudo teve como objetivo identificar os aspectos sociodemográficos, antropométricos, clínicos, bioquímicos e alimentares de idosas com síndrome metabólica institucionalizadas. Trata-se de um estudo do tipo transversal, com abordagem quantitativa. A identificação das idosas com síndrome metabólica foi feita de acordo com os critérios diagnósticos da Organização Mundial da Saúde e da International Diabetes Federation. A coleta dos dados foi realizada por meio da aplicação de questionários e coleta do cardápio semanal da instituição. Foram aferidos peso, altura, circunferências e dobras cutâneas para avaliação antropométrica. As idosas com síndrome metabólica representaram 53,57% da amostra, com idade entre 67 e 94 anos. A maioria referiu não ter filhos, ser sedentária e baixa renda; com diagnóstico de obesidade central, hipertensão arterial e dislipidemia. Houve correlação entre as variáveis antropométricas (exceto a relação cintura-quadril) e bioquímicas, principalmente com a hemoglobina glicada. A alimentação oferecida na instituição é composta pelos alimentos dos vários grupos alimentares, predominando os in natura e minimamente processados; porém, observou-se o consumo dos ultraprocessados e a monotonia das preparações, o que pode repercutir na aceitação da dieta, podendo desfavorecer o controle da SM. Diante disso, ressalta-se a importância de intervenções de saúde, no sentido de melhorar a qualidade de vida dessas idosas.
A Síndrome Metabólica pode ser caracterizada como um agrupamento de fatores de risco para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares; sendo elevada a sua prevalência em idosos, principalmente do sexo feminino. Este estudo teve como objetivo identificar os aspectos sociodemográficos, antropométricos, clínicos, bioquímicos e alimentares de idosas com síndrome metabólica institucionalizadas. Trata-se de um estudo do tipo transversal, com abordagem quantitativa. A identificação das idosas com síndrome metabólica foi feita de acordo com os critérios diagnósticos da Organização Mundial da Saúde e da International Diabetes Federation. A coleta dos dados foi realizada por meio da aplicação de questionários e coleta do cardápio semanal da instituição. Foram aferidos peso, altura, circunferências e dobras cutâneas para avaliação antropométrica. As idosas com síndrome metabólica representaram 53,57% da amostra, com idade entre 67 e 94 anos. A maioria referiu não ter filhos, ser sedentária e baixa renda; com diagnóstico de obesidade central, hipertensão arterial e dislipidemia. Houve correlação entre as variáveis antropométricas (exceto a relação cintura-quadril) e bioquímicas, principalmente com a hemoglobina glicada. A alimentação oferecida na instituição é composta pelos alimentos dos vários grupos alimentares, predominando os in natura e minimamente processados; porém, observou-se o consumo dos ultraprocessados e a monotonia das preparações, o que pode repercutir na aceitação da dieta, podendo desfavorecer o controle da SM. Diante disso, ressalta-se a importância de intervenções de saúde, no sentido de melhorar a qualidade de vida dessas idosas. Read More
