Análise do padrão alimentar e do consumo de alimentos ultraprocessados por mulheres em idade reprodutiva: um estudo transversal

Na saúde da mulher, os estudos demonstram que a aderência a um padrão alimentar saudável pode garantir melhor qualidade de vida e saúde, sendo associado com fertilidade e controle de sintomas em casos de síndrome do ovário policístico, endometriose, síndrome pré-menstrual, entre outros. Da mesma forma, o consumo de alimentos ultraprocessados é associado com o desenvolvimento de doenças crônicas não-transmissíveis, como obesidade, diabetes e síndrome metabólica. Dessa maneira, este estudo buscou avaliar o padrão alimentar e o consumo de alimentos ultraprocessados de mulheres brasileiras em idade reprodutiva. Trata-se de um estudo descritivo, transversal, incluindo mulheres brasileiras com idades entre 18 e 45 anos. Para essa pesquisa, um questionário online foi disponibilizado às voluntárias, incluindo dados demográficos, socioeconômicos e de saúde. O padrão alimentar foi avaliado através de um Questionário de Frequência Alimentar validado. Foram incluídas 144 mulheres nas análises com idade média de 26,4 ± 6,5 anos e foram identificados dois padrões alimentares. Destas, 54,9% apresentaram um padrão alimentar ocidental e 45,1% um padrão alimentar saudável. Na comparação entre os padrões alimentares, as mulheres com padrão alimentar ocidental se exercitam com menos frequência e apresentam pior saúde em geral e pior alimentação. Além disso, o grupo com padrão alimentar ocidental apresentou um maior consumo de alimentos ultraprocessados quando comparado com o padrão saudável. Sendo assim, a presente pesquisa identificou uma alta prevalência de um padrão alimentar ocidental e de consumo de ultraprocessados em mulheres na idade reprodutiva, reforçando a importância de uma intervenção nutricional nessa população.

​Na saúde da mulher, os estudos demonstram que a aderência a um padrão alimentar saudável pode garantir melhor qualidade de vida e saúde, sendo associado com fertilidade e controle de sintomas em casos de síndrome do ovário policístico, endometriose, síndrome pré-menstrual, entre outros. Da mesma forma, o consumo de alimentos ultraprocessados é associado com o desenvolvimento de doenças crônicas não-transmissíveis, como obesidade, diabetes e síndrome metabólica. Dessa maneira, este estudo buscou avaliar o padrão alimentar e o consumo de alimentos ultraprocessados de mulheres brasileiras em idade reprodutiva. Trata-se de um estudo descritivo, transversal, incluindo mulheres brasileiras com idades entre 18 e 45 anos. Para essa pesquisa, um questionário online foi disponibilizado às voluntárias, incluindo dados demográficos, socioeconômicos e de saúde. O padrão alimentar foi avaliado através de um Questionário de Frequência Alimentar validado. Foram incluídas 144 mulheres nas análises com idade média de 26,4 ± 6,5 anos e foram identificados dois padrões alimentares. Destas, 54,9% apresentaram um padrão alimentar ocidental e 45,1% um padrão alimentar saudável. Na comparação entre os padrões alimentares, as mulheres com padrão alimentar ocidental se exercitam com menos frequência e apresentam pior saúde em geral e pior alimentação. Além disso, o grupo com padrão alimentar ocidental apresentou um maior consumo de alimentos ultraprocessados quando comparado com o padrão saudável. Sendo assim, a presente pesquisa identificou uma alta prevalência de um padrão alimentar ocidental e de consumo de ultraprocessados em mulheres na idade reprodutiva, reforçando a importância de uma intervenção nutricional nessa população. Read More

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