Obesidade, alimentação e saúde mental de policiais militares

Policial militar é considerada uma classe profissional altamente exposta a condições de trabalho estressantes e precárias. O presente trabalho teve como objetivo avaliar a relação entre obesidade, alimentação e saúde mental entre policiais militares. Trata-se de uma revisão narrativa da literatura, o qual baseou-se em estudos nacionais e internacionais que exploraram os impactos do estresse ocupacional, dos padrões alimentares inadequados e da falta de suporte institucional na saúde física e mental desses profissionais. Os resultados indicaram que a rotina extenuante dos policiais militares, caracterizada por jornadas prolongadas, irregularidades nos turnos de trabalho e a alta carga de estresse, contribuem significativamente para a adoção de hábitos alimentares inadequados, como o consumo excessivo de alimentos ultraprocessados e a ingestão insuficiente de frutas e verduras. Esses fatores, combinados com o sedentarismo e a privação de sono, resultam em uma alta prevalência de obesidade, que está associada ao desenvolvimento de doenças crônicas, como diabetes e hipertensão, além de agravar transtornos mentais como depressão e ansiedade. Conclui-se que é urgente a implementação de políticas públicas voltadas para a promoção da saúde de policiais militares, com foco em alimentação saudável e suporte psicológico. A criação de programas que garantam o acesso a refeições balanceadas e a inclusão de intervalos regulares para alimentação, juntamente com o oferecimento de suporte psicológico e educação nutricional, são estratégias essenciais para quebrar o ciclo entre obesidade e transtornos mentais, melhorando a qualidade de vida dessa classe profissional.

​Policial militar é considerada uma classe profissional altamente exposta a condições de trabalho estressantes e precárias. O presente trabalho teve como objetivo avaliar a relação entre obesidade, alimentação e saúde mental entre policiais militares. Trata-se de uma revisão narrativa da literatura, o qual baseou-se em estudos nacionais e internacionais que exploraram os impactos do estresse ocupacional, dos padrões alimentares inadequados e da falta de suporte institucional na saúde física e mental desses profissionais. Os resultados indicaram que a rotina extenuante dos policiais militares, caracterizada por jornadas prolongadas, irregularidades nos turnos de trabalho e a alta carga de estresse, contribuem significativamente para a adoção de hábitos alimentares inadequados, como o consumo excessivo de alimentos ultraprocessados e a ingestão insuficiente de frutas e verduras. Esses fatores, combinados com o sedentarismo e a privação de sono, resultam em uma alta prevalência de obesidade, que está associada ao desenvolvimento de doenças crônicas, como diabetes e hipertensão, além de agravar transtornos mentais como depressão e ansiedade. Conclui-se que é urgente a implementação de políticas públicas voltadas para a promoção da saúde de policiais militares, com foco em alimentação saudável e suporte psicológico. A criação de programas que garantam o acesso a refeições balanceadas e a inclusão de intervalos regulares para alimentação, juntamente com o oferecimento de suporte psicológico e educação nutricional, são estratégias essenciais para quebrar o ciclo entre obesidade e transtornos mentais, melhorando a qualidade de vida dessa classe profissional. Read More

Full text for top nursing and allied health literature.

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