Transtorno dismórfico corporal e perfeccionismo com aparência física em universitários brasileiros

O transtorno dismórfico corporal é um transtorno cujo desenvolvimento dos sintomas se inicia na adolescência, mas é diagnosticado apenas na idade adulta. Preocupações com áreas corporais, pensamentos obsessivos e comportamentos compulsivos relacionados à imagem corporal são alguns dos sintomas mais comuns desse transtorno mental. Este estudo objetivou analisar a relação da presença de sintomatologia dismórfico-corporal com as variáveis perfeccionismo sobre aparência física, gênero e orientação sexual minoritária em uma amostra de universitários brasileiros. Um total de 489 universitários residentes em 16 estados brasileiros participaram do presente estudo respondendo ao questionário online. Os resultados mostraram que não houve diferença significativa na média quanto ao escore de perfeccionismo com aparência entre os gêneros e que a orientação sexual minoritária pontuou mais alto escala de perfeccionismo com a aparência. Na regressão logística, o perfeccionismo com a aparência foi apontado como fator preditor elevado para o transtorno dismórfico corporal. Concluiu-se que, ao levar em consideração as variáveis citadas, apenas o perfeccionismo foi capaz de predizer o transtorno dismórfico corporal. O estudo teve relevância científica nacional por ser o primeiro a analisar o perfeccionismo com a aparência como preditor do transtorno dismórfico corporal.

​O transtorno dismórfico corporal é um transtorno cujo desenvolvimento dos sintomas se inicia na adolescência, mas é diagnosticado apenas na idade adulta. Preocupações com áreas corporais, pensamentos obsessivos e comportamentos compulsivos relacionados à imagem corporal são alguns dos sintomas mais comuns desse transtorno mental. Este estudo objetivou analisar a relação da presença de sintomatologia dismórfico-corporal com as variáveis perfeccionismo sobre aparência física, gênero e orientação sexual minoritária em uma amostra de universitários brasileiros. Um total de 489 universitários residentes em 16 estados brasileiros participaram do presente estudo respondendo ao questionário online. Os resultados mostraram que não houve diferença significativa na média quanto ao escore de perfeccionismo com aparência entre os gêneros e que a orientação sexual minoritária pontuou mais alto escala de perfeccionismo com a aparência. Na regressão logística, o perfeccionismo com a aparência foi apontado como fator preditor elevado para o transtorno dismórfico corporal. Concluiu-se que, ao levar em consideração as variáveis citadas, apenas o perfeccionismo foi capaz de predizer o transtorno dismórfico corporal. O estudo teve relevância científica nacional por ser o primeiro a analisar o perfeccionismo com a aparência como preditor do transtorno dismórfico corporal. Read More

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