Introdução: O ingresso na universidade representa um período crítico de transição para adultos jovens. Na alimentação e nutrição, esse processo é descrito na literatura como uma fase com alto consumo de ultraprocessados e carente em alimentos in natura. Nesse contexto, a falta de habilidades culinárias é compreendida como um importante preditor para esse padrão de consumo em universitários. Objetivo: Avaliar habilidades culinárias de estudantes ingressantes em uma universidade pública no Rio de Janeiro. Método: Trata-se de estudo descritivo transversal original com abordagem quantitativa, conduzido com estudantes ingressantes em uma universidade pública, que responderam voluntariamente ao Questionário Brasileiro de Habilidades Culinárias e Alimentação Saudável (QBHC). A análise estatística foi realizada por regressões lineares multiníveis e as variações de respostas foram analisadas de acordo com as dimensões do QBHC agregadas por faixa etária, se considera que sabe cozinhar e se mora com os pais e sem filhos. Resultado: Participaram da pesquisa 205 estudantes, apresentaram alta habilidade culinária, porém a maioria (59%) tinha baixo conhecimento de termos e técnicas culinárias. Estudantes que moram com os pais apresentaram maior autoeficácia culinária, autoeficácia no consumo de frutas, legumes e verduras e habilidade culinária quando comparados àqueles que moram sem os pais. Ademais, estudantes mais velhos apresentaram maior atitude culinária. Conclusão: Os estudantes apresentaram resultados positivos em relação às habilidades culinárias, porém baixo conhecimento de termos e técnicas culinárias, o que talvez dificulte o preparo dos alimentos. Morar com os pais e idades mais avançadas se associaram positivamente a escalas que envolvem habilidades culinárias.
Introdução: O ingresso na universidade representa um período crítico de transição para adultos jovens. Na alimentação e nutrição, esse processo é descrito na literatura como uma fase com alto consumo de ultraprocessados e carente em alimentos in natura. Nesse contexto, a falta de habilidades culinárias é compreendida como um importante preditor para esse padrão de consumo em universitários. Objetivo: Avaliar habilidades culinárias de estudantes ingressantes em uma universidade pública no Rio de Janeiro. Método: Trata-se de estudo descritivo transversal original com abordagem quantitativa, conduzido com estudantes ingressantes em uma universidade pública, que responderam voluntariamente ao Questionário Brasileiro de Habilidades Culinárias e Alimentação Saudável (QBHC). A análise estatística foi realizada por regressões lineares multiníveis e as variações de respostas foram analisadas de acordo com as dimensões do QBHC agregadas por faixa etária, se considera que sabe cozinhar e se mora com os pais e sem filhos. Resultado: Participaram da pesquisa 205 estudantes, apresentaram alta habilidade culinária, porém a maioria (59%) tinha baixo conhecimento de termos e técnicas culinárias. Estudantes que moram com os pais apresentaram maior autoeficácia culinária, autoeficácia no consumo de frutas, legumes e verduras e habilidade culinária quando comparados àqueles que moram sem os pais. Ademais, estudantes mais velhos apresentaram maior atitude culinária. Conclusão: Os estudantes apresentaram resultados positivos em relação às habilidades culinárias, porém baixo conhecimento de termos e técnicas culinárias, o que talvez dificulte o preparo dos alimentos. Morar com os pais e idades mais avançadas se associaram positivamente a escalas que envolvem habilidades culinárias. Read More
