Avaliação do potencial citotóxico, caracterização nutricional e tecnológica da farinha de coprodutos da abóbora (Cucurbita moschata)

O aproveitamento de coprodutos vegetais é uma alternativa de impacto positivo na indústria de alimentos, agroindústria e agricultura familiar. Objetivou-se avaliar o potencial toxicológico e a tecnologia nutricional da farinha de resíduos do processamento da abóbora (Cucurbita moschata). Para tanto, produziu-se as farinhas das sementes (FSA) e casca da abóbora (FCA), bem como a mistura dessas farinhas na proporção de um:um (FSCA). Realizou-se testes preliminares de toxicidade e citotoxicidade, avaliação da cor e granulometria das amostras de coprodutos da abóbora. Os resultados mostraram que as farinhas dos coprodutos separadamente não foram consideradas tóxicas no ensaio de ecotoxicidade. Porém, a farinha dos coprodutos associados demonstrou fraca toxicidade, destacando-se a segurança de um possível isolamento e extração dos princípios ativos das amostras. Na citotoxicidade, houve atividade citotóxica de moderada a fraca, sugerindo atividades de sinergismo entre os compostos e que se precisa de mais investigação e quantificação de compostos. Quanto à cor, as farinhas apresentaram coloração clara com tonalidade amarela. Na granulometria, em torno de 79% da farinha da casca e 72% da farinha da semente apresentaram tamanho inferior a 0,59 mm. Conclui-se que as farinha de coprodutos da abóbora apresentam potencial econômico e tecnológico, com imensas possibilidades de desenvolvimento de novos produtos, ricos em compostos biologicamente ativos, com propriedades tecnológicas viáveis para aplicação em nutrição e outras áreas, como a farmacêutica e cosméticos.

​O aproveitamento de coprodutos vegetais é uma alternativa de impacto positivo na indústria de alimentos, agroindústria e agricultura familiar. Objetivou-se avaliar o potencial toxicológico e a tecnologia nutricional da farinha de resíduos do processamento da abóbora (Cucurbita moschata). Para tanto, produziu-se as farinhas das sementes (FSA) e casca da abóbora (FCA), bem como a mistura dessas farinhas na proporção de um:um (FSCA). Realizou-se testes preliminares de toxicidade e citotoxicidade, avaliação da cor e granulometria das amostras de coprodutos da abóbora. Os resultados mostraram que as farinhas dos coprodutos separadamente não foram consideradas tóxicas no ensaio de ecotoxicidade. Porém, a farinha dos coprodutos associados demonstrou fraca toxicidade, destacando-se a segurança de um possível isolamento e extração dos princípios ativos das amostras. Na citotoxicidade, houve atividade citotóxica de moderada a fraca, sugerindo atividades de sinergismo entre os compostos e que se precisa de mais investigação e quantificação de compostos. Quanto à cor, as farinhas apresentaram coloração clara com tonalidade amarela. Na granulometria, em torno de 79% da farinha da casca e 72% da farinha da semente apresentaram tamanho inferior a 0,59 mm. Conclui-se que as farinha de coprodutos da abóbora apresentam potencial econômico e tecnológico, com imensas possibilidades de desenvolvimento de novos produtos, ricos em compostos biologicamente ativos, com propriedades tecnológicas viáveis para aplicação em nutrição e outras áreas, como a farmacêutica e cosméticos. Read More

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