Perfil socioeconômico e indicadores de saúde em escolares

Introdução: O estrato socioeconômico influencia diretamente as condições de saúde e qualidade de vida das populações. O futsal, como uma atividade física amplamente praticada, promove benefícios à saúde, socialização e autoestima, além de refletir as condições socioeconômicas dos praticantes. Este estudo teve como objetivo classificar o estrato socioeconômico, o estado nutricional e a composição corporal de escolares praticantes e não praticantes de futsal. Materiais e Métodos: Foi conduzido um estudo transversal em escolas de Anapurus, Brejo e Buriti, Maranhão, Brasil, envolvendo 851 escolares de 13 a 17 anos. Utilizou-se o questionário da ABEP (2019) para estratificação socioeconômica, IMC para estado nutricional, e o protocolo de Weststrate e Deurenberg para composição corporal. A análise estatística incluiu testes descritivos e de normalidade. Resultados: A maioria dos escolares pertenceu às classes B2 (23%) e DE (20%). Praticantes de futsal estavam concentrados nas classes B2 (24%) e C2 (19%), enquanto não praticantes estavam na classe DE (24%). Praticantes apresentaram menor prevalência de desnutrição (3,17%), sobrepeso (3,52%) e obesidade (1,29%) em comparação aos não praticantes, com maior prevalência de eutrofia (21,38%). Discussão: A prática de futsal está associada a melhores condições nutricionais e sociais, evidenciando barreiras econômicas para classes mais baixas. Os dados corroboram pesquisas anteriores que destacam o impacto positivo da atividade física na saúde. Conclusão: O futsal contribui para melhores indicadores nutricionais e está associado a condições socioeconômicas médias, destacando sua relevância para o desenvolvimento físico e social dos escolares.

​Introdução: O estrato socioeconômico influencia diretamente as condições de saúde e qualidade de vida das populações. O futsal, como uma atividade física amplamente praticada, promove benefícios à saúde, socialização e autoestima, além de refletir as condições socioeconômicas dos praticantes. Este estudo teve como objetivo classificar o estrato socioeconômico, o estado nutricional e a composição corporal de escolares praticantes e não praticantes de futsal. Materiais e Métodos: Foi conduzido um estudo transversal em escolas de Anapurus, Brejo e Buriti, Maranhão, Brasil, envolvendo 851 escolares de 13 a 17 anos. Utilizou-se o questionário da ABEP (2019) para estratificação socioeconômica, IMC para estado nutricional, e o protocolo de Weststrate e Deurenberg para composição corporal. A análise estatística incluiu testes descritivos e de normalidade. Resultados: A maioria dos escolares pertenceu às classes B2 (23%) e DE (20%). Praticantes de futsal estavam concentrados nas classes B2 (24%) e C2 (19%), enquanto não praticantes estavam na classe DE (24%). Praticantes apresentaram menor prevalência de desnutrição (3,17%), sobrepeso (3,52%) e obesidade (1,29%) em comparação aos não praticantes, com maior prevalência de eutrofia (21,38%). Discussão: A prática de futsal está associada a melhores condições nutricionais e sociais, evidenciando barreiras econômicas para classes mais baixas. Os dados corroboram pesquisas anteriores que destacam o impacto positivo da atividade física na saúde. Conclusão: O futsal contribui para melhores indicadores nutricionais e está associado a condições socioeconômicas médias, destacando sua relevância para o desenvolvimento físico e social dos escolares. Read More

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