Introdução: Os indivíduos passam a maior parte do seu dia na atividade laboral. Pressão e estresse são comuns no ambiente de trabalho, e esses fatores podem impactar a saúde e o comportamento alimentar. Objetivo: Analisar o comportamento alimentar de homens trabalhadores e sua possível associação com o estresse, estado nutricional, estrato socioeconômico e nível de atividade física. Método: Estudo transversal realizado com 104 homens trabalhadores, que responderam a questionários com dados sociodemográficos, comportamento alimentar – Three-Factor Eating Questionnaire-21 (TFEQ-21), escala de estresse percebido (PSS-4) e questionário internacional de atividade física (IPAQ). Resultados: A mediana de idade dos participantes foi de 31 anos (IQR 27,0-40,8) e 51 (49%) apresentaram sobrepeso. A maioria foi considerada ativa de acordo com o IPAQ. Na escala do PSS-4, a mediana foi de 6,0 (IQR 4,0-9,0), sugerindo baixo nível de estresse. No TFEQ-21, observou-se uma mediana 38,9 (27,8-55,6), maior na dimensão da restrição cognitiva em comparação com as outras dimensões. O comer emocional teve correlação significativa positiva com o descontrole alimentar (r=0,60, p=0,000) e com a escala de estresse percebido (r=0,365, p=0,000). Em análises adicionais, observou-se diferença significativa entre grupos que haviam realizado dieta (p=0,000) ou acompanhamento nutricional (p=0,005) e a dimensão de restrição alimentar. Também houve diferença significativa entre grupos mais ativos (p=0,000) em relação à restrição alimentar. Conclusões: Homens trabalhadores que relataram comer emocional apresentaram níveis mais altos de estresse e descontrole alimentar. Além disso, aqueles que fizeram dieta ou acompanhamento nutricional tiveram pontuações mais elevadas na dimensão de restrição cognitiva.
Introdução: Os indivíduos passam a maior parte do seu dia na atividade laboral. Pressão e estresse são comuns no ambiente de trabalho, e esses fatores podem impactar a saúde e o comportamento alimentar. Objetivo: Analisar o comportamento alimentar de homens trabalhadores e sua possível associação com o estresse, estado nutricional, estrato socioeconômico e nível de atividade física. Método: Estudo transversal realizado com 104 homens trabalhadores, que responderam a questionários com dados sociodemográficos, comportamento alimentar – Three-Factor Eating Questionnaire-21 (TFEQ-21), escala de estresse percebido (PSS-4) e questionário internacional de atividade física (IPAQ). Resultados: A mediana de idade dos participantes foi de 31 anos (IQR 27,0-40,8) e 51 (49%) apresentaram sobrepeso. A maioria foi considerada ativa de acordo com o IPAQ. Na escala do PSS-4, a mediana foi de 6,0 (IQR 4,0-9,0), sugerindo baixo nível de estresse. No TFEQ-21, observou-se uma mediana 38,9 (27,8-55,6), maior na dimensão da restrição cognitiva em comparação com as outras dimensões. O comer emocional teve correlação significativa positiva com o descontrole alimentar (r=0,60, p=0,000) e com a escala de estresse percebido (r=0,365, p=0,000). Em análises adicionais, observou-se diferença significativa entre grupos que haviam realizado dieta (p=0,000) ou acompanhamento nutricional (p=0,005) e a dimensão de restrição alimentar. Também houve diferença significativa entre grupos mais ativos (p=0,000) em relação à restrição alimentar. Conclusões: Homens trabalhadores que relataram comer emocional apresentaram níveis mais altos de estresse e descontrole alimentar. Além disso, aqueles que fizeram dieta ou acompanhamento nutricional tiveram pontuações mais elevadas na dimensão de restrição cognitiva. Read More
