O presente trabalho busca traçar o panorama da produção acadêmica na pós-graduação brasileira sobre a inserção internacional Chinesa, indicando seus principais padrões e temas abordados. Através da bibliometria, são analisadas as teses e dissertações de diferentes áreas do conhecimento das Ciências Humanas e Sociais Aplicadas, apontando polos de publicações, volume de trabalhos e o tipo de pesquisa mais frequente. Como resultados, observou-se um crescimento das pesquisas sobre a China na academia brasileira, com uma predominância das regiões Sul e Sudeste no número de trabalhos e um maior interesse na ascensão chinesa pelo desenvolvimento econômico. No eixo político, há a predominância de temas sobre as ações chinesas em instituições internacionais e nas relações Sul-Sul. No eixo securitário, o destaque fica com os teatros de operação na Península Coreana. O eixo econômico priorizou compreender o peso do mercado chinês no mundo e na política econômica brasileira. As análises permitem concluir que o crescimento da produção sobre a China acompanha a emergência deste país como potência global. Já as interpretações sobre o papel do Brasil nas relações com a China oscilam entre a ideia de parceria estratégica e a identificação da crescente assimetria de capacidades.
O presente trabalho busca traçar o panorama da produção acadêmica na pós-graduação brasileira sobre a inserção internacional Chinesa, indicando seus principais padrões e temas abordados. Através da bibliometria, são analisadas as teses e dissertações de diferentes áreas do conhecimento das Ciências Humanas e Sociais Aplicadas, apontando polos de publicações, volume de trabalhos e o tipo de pesquisa mais frequente. Como resultados, observou-se um crescimento das pesquisas sobre a China na academia brasileira, com uma predominância das regiões Sul e Sudeste no número de trabalhos e um maior interesse na ascensão chinesa pelo desenvolvimento econômico. No eixo político, há a predominância de temas sobre as ações chinesas em instituições internacionais e nas relações Sul-Sul. No eixo securitário, o destaque fica com os teatros de operação na Península Coreana. O eixo econômico priorizou compreender o peso do mercado chinês no mundo e na política econômica brasileira. As análises permitem concluir que o crescimento da produção sobre a China acompanha a emergência deste país como potência global. Já as interpretações sobre o papel do Brasil nas relações com a China oscilam entre a ideia de parceria estratégica e a identificação da crescente assimetria de capacidades. Read More
